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São consequências do colapso do BPN e da posterior nacionalização do banco. Na Maia, apesar da determinação da câmara, há um hospital que corre o risco de já não ser construído e em Valongo há um prédio que vai ser hoje demolido.
As obras começaram há quase 10 anos, mas o edificio de sete andares nunca ficou acabado. O vereador do urbanismo da Câmara de Valongo, José Luis Pinto, explica que depois do arranque das obras, se percebeu que não havia mercado para aqueles apartamentos.
A câmara colocou duas hipóteses: ou a requalificação ou a demolição do prédio. O BPN, dono do edificio, decidiu deitá-lo abaixo.
A poucos quilómetros de Valongo, na Maia, a nacionalização do Banco Português de Negócios está a atrasar a construção do novo hospital.
Tudo porque deixou de haver suporte financeiro para avançar com o projecto da Sociedade Lusa de Negócios. O presidente da Câmara, António Bragança Fernandes, gostava que o Governo tivesse pensado duas vezes.
O autarca garante, no entanto, que o hospital vai mesmo ser construído, mas continua à procura de um parceiro.
Bragança Fernandes já avisou a população da Maia que a câmara nada mais pode fazer e quer acreditar que o novo hospital pode avançar até ao final do ano. |
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